sábado, 9 de abril de 2011

identificando doenças nas suas aves :

O metabolismo das aves em geral é muito acelerado em relação aos mamíferos, e isso representa um ponto de grande atenção no que diz respeito à identificação e tratamento de doenças no criadouro.

Devido a este metabolismo acelerado, as doenças atingem grandes proporções em pequeno espaço de tempo e se o criador não estiver atento a quaisquer alterações, diariamente, pode perder a ave ou até mesmo todo o plantel.

Existem várias condições internas e externas ao criadouro que podem favorecer ao aparecimento de doenças, como, sujeira, poeira, excesso de umidade, superpopulação, luminosidade descontrolada, má nutrição, parasitismo interno ou externo, uso inconseqüente de antibiótico, correntes de vento, introdução de aves doentes, estresse, técnicas deficientes de manejo, corticoterapia, ou irritantes respiratórios.

Identificar doenças nas aves não é uma tarefa fácil, assim vamos fornecer alguns sinais de alerta para que o criador saiba o que observar em seu plantel, orientando corretamente o veterinário no fechamento do diagnóstico.


Sinais Respiratórios:
Os sintomas das doenças respiratórias incluem perda de apetite, apatia, penas arrepiadas, sonolência, corrimento nasal, espirros, seios nasais (face) inchados, olhos úmidos, mudança da voz, respiração ruidosa, dispnéia (dificuldade em respirar), respiração balançando a cauda, respiração com a boca aberta e perda de penas ao redor dos olhos, face e testa. O tratamento depende do diagnóstico
Enterite
Antes é preciso que se esclareça a diferença entre diarréia e poliúria (excesso de urina). A diarréia é identificada por fezes amolecidas e geralmente, com cor e odor diferentes do normal. A poliúria caracteriza-se por uma grande quantidade de líquido nas fezes, que por sua vez estão íntegras (cor, odor e formas normais) e que muitas vezes é transitória (stress, consumo de verduras) ou pode acusar problemas renais.
Enterites ParasitáriasProvocadas por vermes como helmintos e outros. Podem provocar enfraquecimento rápido, caquexia e morte; ou ainda obstrução do trato intestinal deixando a ave como abdômen distendido e sem conseguir defecar. Vermifugações regulares devem afastar estes problemas do seu criadouro.
Enterites TóxicasProvocada por alimentos contaminados por toxinas (fungos, bolores e agrotóxicos). Tem mortalidade em massa e mesmo após identificação e eliminação do problema, os sintomas persistem por algum tempo. Cuidado na compra de sementes e também no seu armazenamento!
Enterites BacterianasProvocadas por E.coli, Salmonella ou Shigella apresentam alterações do estado geral das aves, fezes fétidas, hemorrágicas, escurecidas, ou muito claras, além de alta mortalidade de filhotes na primeira semana de vida.
Pele e Plumagem Uma das características mais peculiares da ave é a plumagem que recobre todo o corpo servindo de barreira contra agentes químicos, físicos e também como isolante térmico. Por isso, alterações da plumagem, além de depreciar a ave, podem facilitar a instalação de doenças de todos os tipos.
Entre as principais afecções estão: mudas irregulares e constantes devido a luminosidade inadequada; canibalismo por deficiência nutricional, distúrbios hormonais e ainda, os mais conhecidos ácaros.


É isso ai pessoal, este artigo pode ajudar muitos de vocês a identificar problemas em suas aves ou criadouros. Espero ter ajudado publicando este artigo, qualquer dúvida basta comentar o artigo abaixo.

para começar aki estão alguns passaros com seus comportamentos, cantos, de que se alimentam e locais onde vivem.

embaixo da foto de cana ave esta um link cm o canto vc pode assesar e ouvir e tmb pode baixar tudo no mesmo link.

se tiverem alguma duvida ou quiserem saber algo sobre alguma ave pergunte mande o nome da ave que eu posto td sob a tal eu se quiserem posso enviar por e-mail também ok até logo
Uirapuru verdadeiro :     http://www.4shared.com/audio/zVU2WcZJ/uirapuru.html  
Família: Troglodytidae Espécie: Cyphorhinus aradus
Comprimento: 12,5 cm. Presente em quase toda a Amazônia brasileira, com exceção do alto Rio Negro e da região a leste do Rio Tapajós. Encontrado também em todos os demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia. É localmente comum no estrato inferior de florestas úmidas, principalmente na terra firme, mas também em florestas de várzea. Vive aos pares ou em pequenos grupos. Desloca-se pulando pelo chão, junto a emaranhados de vegetação, capturando insetos também em folhas. Eventualmente segue formigas-de-correição e, às vezes, junta-se a outras espécies de uirapurus em sua busca aos insetos. É muito famoso pelo seu canto melodioso e agradável, considerado um dos mais belos da floresta. Porém, não é verdade a crendice de que o uirapuru-verdadeiro cantaria apenas uma vez ao ano, ou mesmo que os outros pássaros silenciariam ao ouvir seu canto. Põe 2 ovos brancos. Conhecido também como corneta, músico e músico-da-mata.
Tiê-sangue :   http://www.4shared.com/audio/-EJEea94/Tie_Sangue_-_by_AL.html 
Família: Emberizidae Subfamília: Thraupinae  Espécie: Ramphocelus bresilius
Comprimento: 19 cm; peso: 31 g. Encontrado exclusivamente no Brasil, da Paraíba a Santa Catarina. Varia de incomum a localmente comum em capoeiras baixas, bordas de florestas, restingas e plantações, às vezes também em parques e praças de cidades. Seu comportamento é semelhante ao da pipira-vermelha, porém vive mais aos pares do que em pequenos grupos. Põe ovos verde-azulados lustrosos, com pintas pretas. O macho é vermelho intenso com asas e cauda pretas, apresentando uma mancha branca na parte inferior do bico; a fêmea é marrom-cinzenta nas partes superiores e marrom-avermelhada nas inferiores. Conhecido também como sangue-de-boi, tiê-fogo e tapiranga (Bahia).
Tiziu :   http://www.4shared.com/audio/cr4lDvip/canto_de_Tiziu.html 
Família: Emberizidae Subfamília: Emberizinae  Espécie: Volatinia jacarina
Comprimento: 11,5 cm. Presente em todo o Brasil e também do México ao Panamá e em todos os países da América do Sul. Comum em todos os tipos de paisagens abertas, tais como capinzais altos, áreas agrícolas, ao redor de habitações, terrenos abandonados em cidades, etc. É um dos pássaros mais conhecidos nestes ambientes. Vive aos pares durante o período reprodutivo, porém, fora deste, reúne-se em grupos que podem chegar a dezenas de indivíduos. Nestas situações, freqüentemente mistura-se a outras espécies de pássaros que alimentam-se de sementes. Em regiões do Sudeste e Sul do País, como em São Paulo, desaparece durante o inverno, migrando para regiões mais quentes. Procria em qualquer época do ano, pelo menos em algumas regiões quentes próximas à linha do Equador, como em Belém (PA). Quando solta seu canto (semelhante ao som da palavra "tiziu", o que lhe valeu o nome popular), principalmente durante a reprodução, o macho dá um salto curto para o ar e mostra uma região branca sob a asa, voltando a empoleirar-se no mesmo local. Acredita-se que este ritual seja para defender seu território. Faz ninho na forma de uma xícara fina e profunda, sobre gramíneas. Põe de 1 a 3 ovos branco-azulados com pontos marrom-avermelhados. O macho é preto-brilhante; a fêmea é marrom-olivácea na parte superior, amarelo-amarronzado na inferior, com o peito e laterais estriados de escuro. Conhecido também como saltador, veludinho, papa-arroz, bate-estaca (Rio de Janeiro), serrador, serra-serra e alfaiate

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tempera viola : (Bastante confundido com trinca-ferro)      http://www.4shared.com/audio/wAbLCL_o/Tempera_Viola_Mta_Fibra_do_Wol.html   
Família: Emberizidae Subfamília: Cardinalinae  Espécie: Saltator maximus
Comprimento: 19,5 cm. Presente em toda a Amazônia e nas regiões central e leste do Brasil, estendendo-se para o sul até o Mato Grosso, São Paulo e Rio de Janeiro. Encontrado também do México ao Panamá, em todos os demais países Amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia - e no Paraguai. É comum em bordas de florestas, clareiras arbustivas com árvores isoladas, capoeiras e plantações, principalmente em regiões mais úmidas. Vive solitário ou aos pares, alimentando-se principalmente de frutos. Faz um ninho grosseiro com gravetos, folhas e gramíneas, em formato de tigela profunda. Põe 2 ovos azul-claros manchados, com o período de incubação variando de 12 a 15 dias. Conhecido também como sabiá-pimenta, trinca-ferro, sabiá-gongá (Pará e Pernambuco) e estevam (Bahia).
Soldadinho ou tangará de topéte :  http://www.4shared.com/audio/CDgrcNAO/6428ff1207f925034355e2e5da3841.html
Família: Pipridae Espécie: Antilophia galeata
Comprimento: 14,5 cm. Presente do Maranhão, Piauí e Bahia ao Mato Grosso, Goiás, oeste de Minas Gerais, nordeste de São Paulo e Paraná. Encontrado também na Bolívia e Paraguai, em áreas fronteiriças como o Brasil. Comum nos estratos inferior e médio de florestas de galeria, capões, florestas em terrenos pantanosos e buritizais. É mais ouvido do que visualizado, dadas as dificuldades em penetrar em seus hábitats naturais. O macho é preto com uma grande crista frontal, alto da cabeça, nuca e o meio das costas de cor vermelha; a fêmea é uniformemente verde-olivácea com topete mais curto, porém ainda visível. Conhecido também como testudo (São Paulo), tangará, tangará-de-topete e manaquim.
Sabiá coleira :  http://www.4shared.com/audio/ZzXm-Hzx/Sabi_Coleira.html         
Família: Muscicapidae Subfamília: Turdinae  Espécie: Turdus albicollis
Comprimento: 22 cm. Presente em toda a Amazônia brasileira e de Alagoas ao Rio Grande do Sul, estando restrito, no Nordeste, à Mata Atlântica. Encontrado também em quase todos os demais países da América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai. É comum nos estratos inferior e médio de florestas úmidas e capoeiras altas, tanto nas baixadas como nas montanhas. Vive solitário ou aos pares, pulando no chão. Alimenta-se de frutos e segue formigas-de-correição. É de difícil observação. Faz ninho semelhante ao de outros sabiás. Põe de 2 a 3 ovos azul-esverdeados com marcas marrons. Conhecido também como carachué-coleira
Sabiá gonga:  (bastante confundida com trinca-ferro)  http://www.4shared.com/audio/If0BYsDK/sabi_gong.html
Família: Emberizidae Subfamília: Cardinalinae  Espécie: Saltator coerulescens
Comprimento: 20 cm. Presente em grande parte do Brasil, incluindo toda a Amazônia, estendendo-se para leste até a Bahia e em direção sul até Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Encontrado também do México à Costa Rica e em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile. É comum em áreas arbustivas e florestas secas, pastagens abandonadas, campos com arbustos e árvores isoladas, jardins em cidades, clareiras, margens de rios e pântanos em áreas mais úmidas. Vive aos pares ou em pequenos grupos baru-lhentos e fáceis de observar. Alimenta-se principalmente de frutos. Faz ninho de gravetos e gramíneas. Põe 2 ovos azul-claros com finas estrias pretas. Conhecido também como trinca-ferro-da-amazônia e gonga.
  
Patativa :   http://www.4shared.com/audio/LoTztTSm/Patativa.html
Família: Emberizidae Subfamília: Emberizinae  Espécie: Sporophila plumbea
Comprimento: 10,5 cm. Presente em duas regiões separadas: 1) na Amazônia, nos estados de Roraima, Amapá e Pará (Ilha de Marajó); 2) do Mato Grosso ao Piauí e noroeste da Bahia, em direção sul até o Rio Grande do Sul, estando ausente dos estados litorâneos até o norte de São Paulo. Migra durante o inverno nas áreas mais ao sul (como Santa Catarina), aparentemente por falta de alimento. Encontrada também nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina. Tem um dos cantos mais melodiosos entre todos os pássaros. Às vezes imita outras espécies, como o bem-te-vi. Varia de incomum a localmente comum em campos com gramíneas altas, cerrados, vegetação à beira de rios, buritizais e outros locais pantanosos. Vive em pequenos grupos, às vezes associados com outros pássaros que se alimentam de sementes. Faz ninho na forma de uma xícara aberta e rala. O macho é cinza-azulado; a fêmea é marrom-clara. Conhecida também como patativa-da-serra, patativa-do-cerrado e patativa-da-amazônia.
Inhapim :     http://www.4shared.com/audio/JiFd-jxx/inhapim_audioavesblogspotcom_.html
Família: Emberizidae Subfamília: Icterinae  Espécie: Icterus cayanensis
Comprimento: 21 cm; peso: 43 g. Presente em quase todo o Brasil, com exceção da região amazônica ao norte do Rio Amazonas e oeste do Rio Negro. Encontrado também nas Guianas, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina. Varia de incomum a comum em capoeiras, bordas de florestas, clareiras, florestas de galeria e palmeirais, tanto em regiões úmidas quanto secas. Vive solitário, aos pares e, eventualmente, em bandos, às vezes junto a bandos mistos. Faz um ninho largo, curto e frouxo, em forma de bolsa, de talos largos e secos, que se destacam pelo colorido. Conhecido também como primavera, rouxinol-de-encontro-amarelo (Amazônia), encontro (Rio Grande do Sul), merro (Paraná), pega, soldado e xexéu-de-banana.
Guaxé ou guaxo :  http://www.4shared.com/audio/Fj-J1rpv/guaxo.html  
Família: Emberizidae Subfamília: Icterinae  Espécie: Cacicus haemorrhous
Comprimento: macho 27 a 29,5 cm; fêmea 21,5 a 24 cm. Presente no Brasil em duas regiões separadas: 1) em toda a Amazônia, e 2) de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, estendendo-se para o interior até Goiás e Mato Grosso do Sul. Encontrado também nos demais países amazônicos e no Paraguai e Argentina. Varia de raro a comum na copa e bordas de florestas úmidas (na Amazônia principalmente na terra firme), florestas secas e de galeria e capoeiras altas. Vive em grupos, sendo visto regularmente nas bordas de diversos hábitats florestais. Somente a fêmea constrói o ninho, em colônias, com material de vários vegetais e localização variada, podendo ser à pouca altura sobre a água, no alto de árvores no meio da floresta ou em palmeiras nas bordas da floresta. Diferentemente do japiim não costuma fazer suas colônias em associação com japus. Põe 2 ovos brancos com pontos e manchas avermelhados e roxos. Conhecido também como japira, japiim-do-mato, japiim-de-costas-vermelhas e japim-guaxe.
Gaturramo verdadeiro :    http://www.4shared.com/audio/JTq2R6JI/gaturamo_rei_canto_roco.html
Família: Emberizidae Subfamília: Thraupinae  Espécie: Euphonia violacea
Comprimento: 12 cm; peso: 15 g. Presente na Amazônia brasileira, a leste dos rios Negro e Madeira, no Nordeste (excetuando-se a área da caatinga), e em direção sul até o Rio Grande do Sul. Encontrado também nas Guianas, Venezuela, Paraguai e Argentina. É comum em bordas de florestas, florestas de galeria, clareiras e jardins, evitando áreas abertas mais áridas. Vive aos pares ou em pequenos grupos e junta-se com freqüência a bandos mistos de aves. Além de ser muito apreciado por seu canto melodioso, o macho costuma imitar as vocalizações de uma grande variedade de espécies, como gaviões, papagaios, tucanos e gralhas. Alimenta-se de pequenos frutos. O macho tem as partes superiores azul-metálicas, uma mancha amarela na testa e as partes inferiores amarelas; a fêmea apresenta as partes superiores verde-oliváceas e as inferiores amarelo-oliváceas. Conhecido também como guiratã (nome para a fêmea, no Rio de Janeiro), guipara (idem, em Santa Catarina), guiratã-de-coqueiro (Pernambuco), tem-tem-de-estrela e gaturamo-itê
Furriel : http://www.4shared.com/audio/TduwU7BZ/Furriel.html
Família: Emberizidae Subfamília: Cardinalinae  Espécie: Caryothraustes canadensis
Comprimento: 17 cm. Presente tanto ao norte do Rio Amazonas, do Rio Negro para leste até o Amapá, quanto ao sul, do Rio Madeira até o Maranhão; também acompanhando a costa, desde o Ceará até o Rio de Janeiro, para oeste até Minas Gerais. Encontrado também no Panamá, Colômbia, Venezuela e Guianas. É comum no estrato médio e na copa de florestas úmidas e capoeiras maduras. Vive aos pares ou em bandos bastante barulhentos, que podem chegar a 10 ou 20 indivíduos, eventualmente associado a bandos mistos de pássaros, quando visita árvores frutíferas. Conhecido também como canário-do-mato, pipirão-da-mata e furriel-canário (Espírito Santo).
Família: Emberizidae Subfamília: Emberizinae  Espécie: Sporophila castaneiventris
Comprimento: 10 cm. Presente na Amazônia brasileira tanto ao norte do Rio Amazonas, no extremo oeste e nos estados de Roraima e Amapá, quanto ao sul, até o leste do Pará. Encontrado também em todos os demais países amazônicos. É comum em capinzais e capoeiras arbustivas, margens de rios e lagos e jardins em cidades. Vive em pequenos grupos, principalmente fora do período reprodutivo. Mistura-se também em bandos com outras espécies, como canários e tizius. Alimenta-se de sementes nos pendões do capim e eventualmente no chão. Geralmente é a espécie mais comum e mais conhecida da família Sporophila da Amazônia. Faz ninho de gramíneas, em formato de xícara, em arbustos baixos. Põe 2 ou 3 ovos brancos com manchas marrons, lilás e linhas pretas irregulares. O macho é cinza-azulado nas partes superiores e castanho nas inferiores; a fêmea é marrom-olivácea, mais pálida e amarelada nas partes inferiores. Conhecido também como peito-roxo, caboculino (Pará), caboclinho-amazonas, caboclinho-de-peito-castanho.
Bigodinho  : (Confundido com coleiro na região norte)  http://www.4shared.com/audio/PJrRMlrX/Canto_de_Pssaros_-_Bigodinho_m.html               
Família: Emberizidae Subfamília: Emberizinae  Espécie: Sporophila lineola
Comprimento: 11 cm. Presente no Brasil, como residente, nos estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo e Bahia. Durante o inverno da região sul migra para a Amazônia e para os estados do Nordeste. No Espírito Santo e Paraná aparece em dezembro para nidificar e desaparece em março e abril, começando a surgir no leste do Maranhão e Piauí a partir de maio. Encontrado também na Argentina, Paraguai e Bolívia, como residente, e nos demais países da Amazônia - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia -, como migrante durante o inverno.É localmente comum em clareiras arbustivas, plantações, bordas de capoeiras e áreas com gramíneas altas, principalmente nas proximidades da água. Vive em pares espalhados durante o período reprodutivo, reunindo-se em grupos pequenos ou grandes fora deste. Sobe nos pendões de gramíneas para comer as sementes. O macho é preto nas partes superiores e branco nas inferiores, com uma faixa branca no alto e outra em cada lateral da cabeça, próximo ao bico (lembrando um bigode, o que lhe valeu o nome popular); a fêmea é amarronzada, mais clara na região inferior. Conhecido também como estrelinha e cigarrinha (Minas Gerais).
Bicudo :    http://www.4shared.com/audio/L8ufWO3d/bicudo_flauta_campeao.html  
Família: Emberizidae Subfamília: Emberizinae  Espécie: Oryzoborus maximiliani
Comprimento: 15 cm. Presente no Amapá, leste e sudeste do Pará, Maranhão e Rondônia e, localmente, no Nordeste e Centro-oeste do País, de Alagoas ao Rio de Janeiro e São Paulo, estendendo-se para oeste até Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso. Encontrado localmente também da Nicarágua ao Panamá e em todos os demais países amazônicos, com exceção do Suriname. É uma espécie rara. Habita pastos alagados, veredas com arbustos, bordas de capões de mata, brejos, beiras de rios e lagos, aparentemente em locais próximos à água.Um dos pássaros canoros mais apreciados do Brasil, em muitos locais suas populações encontram-se afetadas, devido à captura ilegal para criação em cativeiro. Vive em pares bastante espalhados. O macho é preto com o bico branco-amarelado; a fêmea é marrom nas partes superiores e marrom-amarelada nas inferiores, com o bico preto. Conhecido também como bicudo-verdadeiro
Bico de lacre :        http://www.4shared.com/audio/MtKsU8Ad/bico_de_lacre.html            
Família: Estrildidae Espécie: Estrilda astrild
Comprimento: 10,5 cm; peso: 7,5 g. Originário da África, o bico-de-lacre foi trazido para o Brasil em navios negreiros para servir como pássaro de estimação, durante o reinado de D. Pedro I. Tendo escapado das gaiolas, inicialmente no Rio de Janeiro, espalhou-se por diversas regiões brasileiras, estando presente atualmente também no Espírito Santo, Bahia, Pernambuco (Recife), Pará (Belém), Amazonas (Manaus), Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Paraná (Londrina), Santa Catarina e Rio Grande do Sul. É comum em campos e terrenos baldios nas cidades. Um fato curioso é que a espécie alimenta-se basicamente de sementes de gramíneas africanas, como o capim-colonião e o capim-elefante, introduzidos em nosso País para a formação de pastagens. Vive em bandos de cerca de 6 indivíduos. Faz ninho em arbustos fechados, de forma esférica ou oval, com paredes grossas feitas de capim, penas de galinha e algodão, acessível por um tubo estreito. Põe 3 ovos pequenos de cor branca, os quais são chocados pelo casal por cerca de 11 dias. Conhecido também como beijo-de-moça (Minas Gerais) e bico-de-lacre-comum.
    
Sabiá una :         http://www.4shared.com/audio/3EcFPeoc/sabia_una.html 
Família: Muscicapidae Subfamília: Turdinae  Espécie: Platycichla flavipes
Comprimento: 20,5 cm; peso: macho 64 g; fêmea 72 g. Presente em Roraima e da Paraíba ao Rio Grande do Sul. Encontrado também na Colômbia, Venezuela, Guiana, Paraguai e Argentina. É comum na copa e nas bordas de florestas, capoeiras, clareiras adjacentes e em plantações de café. Em regiões montanhosas da costa brasileira é geralmente a espécie de sabiá mais comum. Vive solitário ou aos pares. É difícil de observar, a não ser quando está se alimentando em árvores frutíferas. Canta normalmente do alto das árvores. Além do próprio canto, imita uma série de outras aves, porém, às vezes, de forma tão grosseira que é difícil distinguir qual pássaro está imitando. Migra durante o inverno, deixando as regiões serranas em busca de lugares mais quentes. Faz um ninho raso em formato de xícara. Põe 2 ovos azulados ou esverdeados com marcas marrom-avermelhadas. O macho é preto com as costas e barriga de coloração cinza; a fêmea é marrom-oliváceo nas partes superiores e marrom-amarelado nas partes inferiores, com a garganta estriada de marrom-escuro. Conhecido também como sabiá-da-mata.
Pintassilgo nascional :  http://www.4shared.com/audio/OxvtKa8a/pintassilgo.html                                O Pintassilgo é uma ave passeriforme da família fringillidae. É conhecido também como Pintassilgo-mineiro e Pintassilva
 Mede 11cm. de comprimento. Esta pequena ave granívora é uma ave bastante conhecida, já que se trata de uma espécie de relativamente fácil identificação. A sua máscara preta, presente apenas nos machos, bem como as manchas amarelas nas asas, fazem do pintassilgo uma ave bastante colorida e com um padrão facilmente reconhecível, mesmo em voo.As fêmeas tem a cabeça e lado inferior oliváceos.Alimenta-se de sementes e pequenos frutos secos, de revestimento duro.Os ovos são brancos, com pouco azul-celeste, às vezes com algumas pintas pardas e medem cerca de 16 x 12 mm.Vive em mata secundária aberta, árvores em plantações e quintais, pinhais, cerrado.
Corupião nacional :    http://www.4shared.com/audio/ZIH2N3KX/corrupiaonacional.html  
Família: Emberizidae Subfamília: Icterinae  Espécie: Icterus jamacaii
Comprimento: 23 cm. Encontrado exclusivamente no Brasil, do leste do Pará, Maranhão, Ceará e Pernambuco estendendo-se para o oeste até Goiás, e para o sul até Bahia e Minas Gerais. É comum em áreas da caatinga e zonas secas abertas, onde pousa em cactáceas, e também em bordas de florestas e clareiras, nos locais mais úmidos. A espécie chegou ao leste do Pará apenas recentemente, a partir do Maranhão, beneficiada pelo desmatamento.Vive aos pares, alimentando-se a várias alturas, com preferência para a vegetação mais baixa. Não costuma acompanhar bandos mistos de aves. Seu canto é melodioso, sendo bastante apreciado como pássaro de estimação. Raramente constrói seu próprio ninho. Durante a reprodução costuma ocupar os ninhos do casaca-de-couro, joão-de-pau, japiim, bem-te-vi e joão-de-barro. Conhecido também como corrupião e concriz.
Coleirinha ou coleiro :     http://www.4shared.com/audio/gqTkJ2PG/coleiro.html

Família: Emberizidae Subfamília: Emberizinae  Espécie: Sporophila albogularis
Comprimento: 10,5 cm. Encontrado exclusivamente no Brasil, no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Excepcionalmente são encontrados alguns indivíduos no norte do Espírito Santo e Minas Gerais, provalmente em migração. Varia de incomum a localmente comum na vegetação arbustiva e em veredas úmidas da caatinga. Vive em pequenos grupos fora do período reprodutivo, às vezes misturado a outras espécies que também se alimentam de sementes.É pouco conhecido na natureza, mas existem muitos indivíduos em cativeiro. O macho possui a cabeça enegrecida e o restante das partes superiores cinza, a garganta branca, cuja tonalidade estende-se para cima, formando um colar incompleto na nuca; a fêmea é marrom-acinzentada nas partes superiores e amarela-esbranquiçada nas inferiores. Conhecido também como brejal e golinho.
Passaro-preto ou melro :         http://www.4shared.com/audio/_v44uz1m/ppreto.html  
Família: Emberizidae Subfamília: Icterinae  Espécie: Gnorimopsar chopi
Comprimento: 21,5 a 25,5 cm. Excluindo-se a Amazônia, onde está presente apenas no leste do Pará e Maranhão, é encontrado em todo o restante do País. Encontrado também no Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. É comum em áreas agrícolas, buritizais, pinheirais, pastagens e áreas pantanosas. Sua presença está associada a palmeiras. Vive normalmente em pequenos grupos que fazem bastante barulho. Pousa no chão ou em árvores sombreadas. Faz ninho em árvores ocas, troncos de palmeiras, ninhos de pica-pau, em mourões, dentro do penacho de coqueiros e nas densas copas dos pinheiros, utilizando também ninhos abandonados de joão-de-barro. Ocupa buracos também em barrancos e cupinzeiros terrestres. Às vezes faz um ninho aberto, situado em uma forquilha de um galho distante do tronco, em uma árvore densa e alta. Conhecido também como pássaro-preto, chupão (Mato Grosso), arranca-milho, chopim e graúna (derivado do tupi "guira-una" = ave preta).
Sabiá-larangeira :          http://www.4shared.com/audio/ZoOcU1xt/aguirre1.html  
Família: Muscicapidae Subfamília: Turdinae  Espécie: Turdus rufiventris
Comprimento: 25 cm; peso: macho 68 g; fêmea: 78 g. Presente do Maranhão ao Rio Grande do Sul, é o sabiá mais conhecido do Sudeste, sendo menos numeroso no Nordeste. Encontrado também na Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. É comum em bordas de florestas, parques, quintais e áreas urbanas arborizadas. Vive solitário ou aos pares, pulando no chão. Em regiões mais secas é, de certa forma, restrito a áreas próximas à água. Come coquinhos de várias espécies de palmeiras e de espécies introduzidas, como o dendê. Cospe os caroços após cerca de 1 hora, contribuindo assim para a dispersão dessas palmeiras, comportamento apresentado também por outros sabiás. Alimenta-se ainda de laranjas e mamões maduros, bem como de insetos e aranhas. A construção de ninhos pode se tornar confusa em certas ocasiões: quando o local escolhido é formado por vãos entre numerosos suportes iguais de um telhado, o sabiá-laranjeira pode construir vários ninhos ao mesmo tempo, por confundir os vãos. Põe ovos verde-azulados com pintas roxas. Conhecido também como sabiá-de-barriga-vermelha e sabiá-coca (Bahia).
Curió:       http://www.4shared.com/audio/O3TinHhl/Curi_Canto.html
Família: Emberizidae Subfamília: Emberizinae  Espécie: Oryzoborus angolensis
Comprimento: 13 cm. Presente em todo o Brasil. Encontrado também do México ao Panamá e em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai. É comum em capoeiras arbustivas, clareiras com gramíneas, arbustos nas bordas de florestas altas e pântanos, penetrando também nas florestas. É o pássaro canoro mais apreciado do Brasil devido ao seu canto melodioso e agradável, sendo comum encontrá-lo em cativeiro, prática ilegal quando o pássaro é capturado diretamente na natureza. Vive solitário ou aos pares, normalmente separado de outras espécies de pássaros, embora às vezes possa misturar-se a bandos de Sporophila e tizius. Alimenta-se de sementes, subindo nos pendões de capim ou catando-as no chão. Faz um ninho de paredes finas, em formato de xícara. Põe 2 ovos branco-esverdeados com muitas manchas marrons. O macho é preto-brilhante com o peito e barriga castanho-escuros; a fêmea é marrom nas partes superiores e marrom-canela nas inferiores. Conhecido também como avinhado, bicudo e peito-roxo (Pará).
Canario-da-terra :                                   <embed src="http://www.4shared.com/embed/562909802/7598d327" width="320" height="200" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed>
Alimenta-se de sementes no chão, empoleirando-se para cantar. Faz ninhos cobertos, na forma de uma cestinha, em lugares que variam desde uma caveira de boi até bambus perfurados. Freqüentemente utiliza ninhos abandonados de outros pássaros, sobretudo do joão-de-barro. O macho é amarelo-brilhante, com uma mancha laranja na testa; a fêmea é de um amarelo mais pálido, com menos tonalidade laranja na cabeça. Conhecido também como canário-da-horta, canário-da-telha (Santa Catarina), canário-do-campo, chapinha (Minas Gerais), canário-do-chão (Bahia), coroia e canário-da-terra.     Comprimento: 13,5 cm. Muito conhecido e apreciado no Brasil, está presente do Maranhão ao sul até o Rio Grande do Sul e a oeste até o Mato Grosso, bem como nas ilhas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. Encontrado localmente também nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina. É comum em áreas semi-abertas com arbustos e árvores esparsas, como pastagens abandonadas, caatingas, plantações e jardins gramados, sendo mais numeroso em regiões áridas. Vive em grupos, às vezes de dezenas de indivíduos.
       Trinca-ferro verdadeiro :         http://www.4shared.com/dir/9xLcfyra/_online.html

   Família: Emberizidae Subfamília: Cardinalinae  Espécie: Saltator similis
Comprimento: 20 cm. Presente do Mato Grosso, Goiás e Bahia em direção sul até o Rio Grande do Sul, incluindo toda a Região Sudeste. Encontrado também na Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina. É comum em capoeiras, bordas de florestas (inclusive de galeria) e clareiras, tanto em regiões de baixadas como em montanhas. Vive aos pares e canta com freqüência, sendo fácil de observar, principalmente em árvores frutíferas. Põe ovos lustrosos azul-esverdeados com uma coroa estreita de rabiscos e pontos pretos. O macho trás comida para a fêmea no ninho. Conhecido também como esteves (Bahia), tico-tico-guloso, bico-de-ferro, pixarro e trinca-ferro-de-asa-verde.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A todos visitantes

amigos o blog esta em processo de criação e reformas ainda temos poucas postagens mas prometo que em breve td oq precisarem estara aki .
Se tiver alguma duvida ou segestão é só falar ok obrigado desde já
atenciosamente: Bruno divensi